
Pense em uma categoria que vem enfrentando a revolta dos pais de alunos matriculados na rede municipal de Educação de Eunápolis: os professores.
A insatisfação tomou conta das famílias e da sociedade, que já não suportam mais os prejuízos causados pela prolongada paralisação das aulas.
Quase seis meses sem aulas! Uma situação vergonhosa e preocupante, que compromete o futuro de milhares de estudantes e coloca em risco o ano letivo.
A luta por reajuste salarial é legítima, mas não pode ignorar o direito dos alunos à educação. A conta desse impasse está sendo paga justamente por quem menos tem culpa: as crianças e os adolescentes.
A educação não pode continuar refém de uma disputa salarial. É hora de responsabilidade, diálogo e solução.
Até quando os estudantes continuarão sendo os maiores prejudicados?