Bahia, 14 de Junho de 2024
ECONOMIA

Bahia registra 12,4 mil novos postos formais de trabalho em março
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) foram divulgados nesta terça-feira, 30 de abril, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Na Bahia, o resultado foi positivo em todos os cinco grandes setores da economia avaliados no mês. O destaque baiano foi o setor de Serviços, com um saldo de 8.155 postos. A Indústria registrou a criação de 1.580 vagas. Na sequência aparecem a Agropecuária (+1.475), o Comércio (+950) e a Construção (+323).
Por: Ascom/ GOV
07/05/2024 - 06:14:32

O estado da Bahia registrou saldo positivo de 12.482 novos postos de emprego formal no mês de março de 2024. Os números são resultados de 86.774 admissões e 74.292 demissões no período. Na região Nordeste, os baianos fecharam março com o maior saldo de pessoas com carteira assinada. No mês, em toda a região, foram 16.037 empregos gerados.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) foram divulgados nesta terça-feira, 30 de abril, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Na Bahia, o resultado foi positivo em todos os cinco grandes setores da economia avaliados no mês. O destaque baiano foi o setor de Serviços, com um saldo de 8.155 postos. A Indústria registrou a criação de 1.580 vagas. Na sequência aparecem a Agropecuária (+1.475), o Comércio (+950) e a Construção (+323).

Na divisão por municípios, a capital Salvador reuniu o maior número de contratações, com 3.595 novos postos com carteira assinada. No grupo das cinco cidades com maior saldo aparecem, na sequência, Feira de Santana (+1.040), Lauro de Freitas (+965), Barreiras (+702) e Luís Eduardo Magalhães (+617). Em março, o estoque de pessoas com emprego formal na Bahia alcançou 2,07 milhões.

No estado, os novos postos de trabalho foram ocupados, em sua maioria, por pessoas do sexo masculino (+6.872). Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas (+9.659) com as vagas na Bahia. Jovens entre 18 e 24 anos também são o grupo com maior saldo de vagas: +7.038.

NACIONAL — Em março, o Brasil registrou um saldo de 244.315 novos postos formais de trabalho, fruto de um cenário econômico positivo, marcado por juros e inflação em trajetória de queda, investimentos federais maciços em obras de infraestrutura, setor automobilístico em crescimento e atividade turística em expansão, entre outros.

Com isso, em 15 meses, de janeiro de 2023 a março de 2024, 2,18 milhões de empregos com carteira assinada já foram criados no Brasil, dos quais 1,64 milhão foram abertos nos últimos 12 meses. Os dados do Novo Caged foram apresentados nesta terça-feira, 30 de abril.

ACUMULADO DO ANO — No acumulado dos três primeiros meses de 2024, o Brasil somou 719.033 novos empregos com carteira assinada, 34% a mais a mais em relação ao mesmo período de 2023, quando foram registrados 536.869 mil novos postos em janeiro, fevereiro e março.

Os mais de 244 mil empregos formais registrados em março deste ano representam um aumento de 49,1 mil empregos em relação aos números de março de 2023, quando o balanço ficou positivo em 195,1 mil postos.

REGIÕES — Todas as cinco regiões do país registraram saldo positivo em março. A Região Sudeste foi o destaque, tendo criado 148.304 novos postos formais. O Sul aparece na sequência, com 42.240, seguido pelo Centro-Oeste, com 28.047; pelo Nordeste, com 16.037; e pelo Norte, onde foram abertos 9.670 novos empregos com carteira assinada.

ESTADOS — Das 27 unidades da Federação, 25 apresentaram saldo positivo na geração de empregos em março. Cinco estados se destacaram por terem abertos mais de 15 mil novos postos. São Paulo lidera a lista, com 76.941 novos empregos com carteira assinada no mês. Em seguida aparecem Minas Gerais (40.796), Rio de Janeiro (24.466), Paraná (17.858) e Goiás (15.742 ). Na ponta oposta dos estados com saldo positivo e que registraram menos de mil novos empregos estão Tocantins (977), Roraima (632), Amapá (277) e Paraíba (263). Apenas Alagoas (-9.589) e Sergipe (-1.875) fecharam março com balanço negativo.

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