Bahia, 05 de Dezembro de 2019
JUSTIÇA

Radialista J. Bastos denuncia: extinta rádio Super 98 FM, em Eunápolis, ainda não pagou os salários dos seus funcionários
O radialista e blogueiro J. Bastos, publicou em seu blog, nesta segunda-feira, graves denúncias contra a extinta rádio 98 FM. Segundo Bastos, funcionários estão sofrendo com a falta de pagamentos. Veja a matéria na íntegra.
Por: jbastosreporter.com
02/12/2019 - 08:59:38

O radialista e blogueiro J. Bastos, publicou em seu blog, nesta segunda-feira, graves denúncias contra a extinta rádio 98 FM. Segundo Bastos, funcionários estão sofrendo com a falta de pagamentos. Veja a matéria na íntegra:

"Após três meses de fechada a extinta rádio super 98 Fm, em Eunápolis, não pagou os  últimos salários, nem 13º salário e nem férias proporcionais de seus funcionários bem como não existe comprovação de recolhimento de INSS, FGTS, PIS e demais obrigações trabalhistas o que não lhes deu o direito a seguro desemprego

Os pais de família que perderam seus empregos alegam que foram abandonados à própria sorte depois de terem dado muito de si em prol da emissora que foi fechada em agosto por decisão de Justiça Federal que acatou parecer do Ministério Público Federal, que denunciou diversas irregularidades como instalação da rádio em endereço adverso, ou seja, a concessão era de Medeiros Neto e, no entanto a emissora estava operando clandestinamente em Eunápolis ha cerca de 280 km distante de sua base permitida.

O MPF também levou em conta o fato da emissora ser educativa e conter em seu quadro de apresentadores pessoas que não dominam a língua portuguesa e apenas usavam os microfones para denegrir pessoas que fossem adversárias políticas da corrente política e obter vantagens eleitoreiras para o casal Cordélia e Paulo Dapé.

A rádio era em nome da “Fundação Aracy Pinto”, da família de Ubaldino Jr, Ex-prefeito de Porto Seguro/BA, afastado em 2003 por desvio de 50 milhões de reais, na época, da prefeitura daquele município.

Atualmente fundação tem como gestor Wallas Torres, sobrinho de Cordélia. A Polícia Federal investiga esquema de lavagem de dinheiro visto que a emissora não podia vender comerciais e nem horários em sua programação, mas que fazia isso através de empresa de faixada o que pode envolver as empresas e igrejas que compravam a pagavam por estes serviços ilícitos. Os contratos eram feitos em nome de outra empresa pela qual saiam as notas fiscais.

Já a receita Federal investiga as declarações de rendas dos empregadores bem como   o INSS investiga o  recolhimento de obrigações trabalhistas por parte dos empregadores  e gestores da fraude.

Ao fim das investigações sendo constatada lavagem de dinheiro os envolvidos podem pegar até 17 anos de prisão.

“Não Fale a Ninguém que ainda não pagamos para não desmoralizar o grupo” – foi o que nos contou um funcionário que se diz empurrado com a barriga se referindo a Paulo Dapé. Segundo o Ex funcionário, Paulo “Dá pé” o instruiu eles para dizer para as pessoas que a rádio já tinha acertado tudo com ele, para não desmoralizar o grupo político.

O grupo de Cordélia anda dizendo aos quatro ventos que a rádio vai volta, mas isso não corresponde à verdade porque na semana passada o TRF4 negou provimento a um recurso impetrado por seus advogados e confirmou o fechamento definitivo da emissora".

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