Bahia, 13 de Novembro de 2019
Por: Lume Assesoria
18/10/2019 - 08:25:35

Os olhos são a janela para o mundo, parafraseando o clichê, e o olhar pode desvendar a idade dos donos. Isso porque é justamente nessa região que começam a aparecer os primeiros sinais do envelhecimento. E, para driblar os efeitos naturais do tempo, muitas pessoas estão buscando por procedimentos estéticos minimamente invasivos, que restaurem características joviais e melhorem a autoestima: as chamadas Plásticas Oculares ou Oculoplástica.

A procura é grande em todo o território nacional. Segundo o último censo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), realizado em 2016, a busca por esses procedimentos não cirúrgicos aumentou 390%. Entre os tratamentos mais demandados estão preenchimento, toxina botulínica, peeling, laser e suspensão com fios. Para o médico oftalmologista do DayHORC de Eunápolis, empresa do Grupo Opty, Frederico Murta, os jovens e o público com idade acima de 40 anos são os que mais recorrem à plástica ocular.

Isto porque os tecidos que ficam próximos da região dos olhos são extremamente finos e a constante movimentação ao piscar ou expressar emoções fazem com que as marcas temporais fiquem evidenciadas. “A intensidade disso vai depender de alguns fatores, como é o caso da genética, da idade e da não utilização de proteção contra a radiação solar”, esclarece.

Ainda de acordo com o especialista, os pacientes que se encaixam nessas características optam pela plástica ocular por ser uma alternativa menos invasiva para correções de pequenas imperfeições, a exemplo de sobrancelhas caídas, pálpebras abaixo da posição e inchaço ao redor dos olhos, e pela segurança do procedimento. “Além de melhorar a autoestima e possibilitar o rejuvenescimento, são procedimentos com baixo risco de complicações”, conclui Frederico Murta.

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