Bahia, 21 de Agosto de 2019
Por: A Gazeta Bahia
05/06/2019 - 09:38:01

No Dia Mundial do Meio Ambiente, o secretário Pedro Vailant, recebeu o agazetabahia, quando fez abordagens interessantes sobre o tema. Foi em Estocolmo, no dia 5 de junho de 1972, que teve início a primeira das Conferências das Nações Unidas sobre o ambiente humano. A reunião durou até o dia 16 e congregou vários governos e ONG's. Por esse motivo foi a data escolhida como Dia Mundial do Meio Ambiente. Segundo Pedro, esta data serve de reflexões, sobre como estamos cuidando da nossa casa, - o planeta terra.

Dando continuidade à nossa conversa, ele explicou que essa reflexão, todos nós devemos fazer, independentemente de religião, cultura ou política. “Não basta fazer reflexões, e sim, transformar nossos atos, que devem começar dentro de nossas casas, em nossos ambientes de trabalho, bem como, em todo ambiente que convivemos. Devemos estar atuantes e determinados a fazermos as mudanças que queremos para o nosso planeta. Temos que transformar os discursos, que embora bonitos, em práticas. Podemos iniciar tudo isso, dentro de nossos ambientes”, pontuou.

Quanto à região do extremo sul e ao município de Eunápolis, onde ocupa a pasta da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, Pedro Vailant salientou que existem cumprimentos burocráticos das Leis Ambientais, que são bastante rígidas. “Nota-se é que estão cuidando do meio ambiente, mais por imposição legal, do que por livre conscientização”, disse.

Quanto ao lixo que é descartado pelas comunidades de forma diária, e sem preocupações, Pedro esclareceu que, com mudança de um simples hábito a gente pode promover grandes contribuições para o meio ambiente, que se se transforma, quando somado com a massa populacional, em benefícios mais abrangentes. Hábitos do tipo, não jogar lixo na rua, colocar o lixo na hora do seu recolhimento, etc. “Alguns afirmam que hoje, existe mais plástico no planeta que todas as estrelas de nossa galáxia. Talvez seja um exagero, mas é um fato visível. O lugar mais limpo, não é o que mais se limpa, é o que menos se suja”, falou Vailant.

Quanto às cobranças feitas pela sociedade, de forma geral, pontuando sempre o Poder Público, em todas as esferas, Pedro explicou que as pessoas têm o costume de cobrar dos governos, mas isso não é o mais adequado, embora deva acontecer. “As pessoas têm que fazer a sua parte”, finalizou Pedro Vailant.     

Grandes ameaças

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulgou recentemente um relatório preocupante: dentro de algumas décadas, cerca de 1 milhão de espécies da fauna e flora correm risco de extinção em todo o mundo. O relatório alerta que a taxa é a maior dos últimos 10 milhões de anos e evidencia a ação devastadora do homem sobre a natureza. Sem medidas eficientes para mitigar esse cenário, a tendência é que haja uma aceleração.

 

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