Bahia, 14 de Dezembro de 2017
Por: Jackson Domiciano
20/11/2017 - 00:35:28

Durante os 10 meses de governo, o prefeito afastado Robério Oliveira lutava para ajustar as despesas, e engrenar diversos projetos, principalmente no setor da infraestrutura com vista a possibilitar uma macro reestruturação em toda cidade.

O emperramento nas licitações prejudicou a realização de parte desses aportes principais. Por outro lado, as chuvas que caíram sobre a região durante quase todo ano de 2017 causaram estragos enormes, prejudicando o andamento das obras estruturantes. Encurralado, o ex-gestor tentava se sobressair e dar andamento às suas ações.

Em seu planejamento, estava o asfaltamento de mais de uma centena de ruas, contemplando vários bairros e parte da via marginal da BR 101, entre o trevo para o bairro Santa Lúcia até a saída da cidade. As obras estavam sendo tocadas.

Além dessas obras voltadas para as vias públicas, o governo de Robério estava trabalhando para a recuperação das escolas municipais e das praças públicas em toda cidade, hoje, totalmente destruídas.

Como um balde de água fria, a Operação Fraternos, deflagrada no dia 7 de novembro, causou estragos de um tsunami sobre a cidade.

As diversas empresas investigadas que tinham negócios com o município, estão com seus contratos sob vigilância, e isso, pode atrasar tanto as obras que a população esperava, bem como, investimentos nos setores essenciais do município.

As obras precisam ser tocadas imediatamente. As praças estão destruídas, ruas esburacadas, e as escolas necessitando de reformas urgentes.

Passadas duas semanas da Operação da PF, as autoridades municipais, precisam estabelecer diálogos com a sociedade, e buscar apoios para reconstrução do município.

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